12 milhões de migrantes mexicanos ampliaram seus direitos eleitorais nos Estados Unidos.

 

Em maio de 2014, a Aliança Nacional de Comunidades Caribenhas e Latino-Americas (NALACC, pela sigla em inglês) conseguiu reformular a Lei Geral de Instituições e Procedimentos Eleitorais do México, simpificando os trâmites relacionados ao exercício do voto dos mexicanos no exterior e ampliando assim seus direitos eleitorais para eleger representantes no Senado e autoridades estaduais. A reforma beneficia mais de 12 milhões de migrantes mexicanos.

Nesse mesmo ano, a NALACC formou a Aliança Mexicana pelo Voto dos Mexicanos no Exterior. O grupo, mediante várias consultas nos Estados Unidos, desenvolveu princípios básicos legais que permitem a participação política de mexicanos no exterior.

Antes disso, a legislação só permitia o voto de mexicanos residentes no exterior para Presidente da República. Com essa modificação, a partir de 2018, eles também poderão exercer seu direito de voto para Senadores da República e para governador ou chefe de governo (no caso do Distrito Federal), onde os estados mexicanos permitirem.

Desde o inícios de suas operações, a Aliança para as Migrações na América Central e México (CAMMINA), formada pela Fundación Avina, Ford Foundation e Open Society Foundation (OSF), apoia a NALACC institucional, estratégica e financeiramente. A principal área de colaboração entre CAMMINA e NALACC busca aumentar a contribuição e participação em espaços fora dos Estados Unidos, principalmente no México e América Central. A ampliação dos direitos eleitorais dos mexicanos no exterior é uma evidência do impacto gerado pela colaboração binacional e supranacional, especialmente em relação à diáspora.

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