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milhões de pessoas no mundo não têm acesso melhorado à água. Fonte WHO e Unicef, 2014

2,5

bilhões de pessoas no mundo não têm acesso a qualquer tipo de saneamento. Fonte: WHO e Unicef, 2014

37

milhões de pessoas na América Latina não têm acesso melhorado à água. Fonte: WHO e Unicef, 2014

80.000

mil gestores comunitários de água abastecem pelo menos 70 milhões de latino-americanos. Fonte: CLOCSAS

Nossa Visão

De 2015 até o final de 2016, contribuir para o fortalecimento das capacidades de pelo menos 300 Organizações Comunitárias de Água e Saneamento (OCSAS) e para que pelo menos 350 mil pessoas na América Latina possam melhorar e ampliar seu acesso à água. De 2008 até o final de 2014, conseguimos fortalecer 400 OCSAS para melhorar e ampliar o acesso à água de 3 milhões de pessoas.

A Fundación Avina,agora coordena a Plataforma de Inovação com Sentido, considera que o acesso à agua e ao saneamento é um direito humano fundamental e irrenunciável, pois está estreitamente relacionado à dignidade humana, sendo vital para a manutenção da vida, para a participação plena dos cidadãos na esfera pública, para sua segurança econômica, integridade ambiental e coesão social.

Os governos têm o dever e a obrigação de reconhecer a água como um bem comum e público. Portanto, devem garantir o acesso de toda a população aos serviços de água e saneamento, e promover a conservação dos recursos hídricos das gerações atuais e futuras e dos ecossistemas naturais relacionados.

A Fundación Avina reconhece que o consumo humano de água potável é prioritário em relação aos demais usos possíveis da água de modo a garantir uma vida digna. São as próprias sociedades, nos níveis nacional e local, que, respeitando usos e costumes, respeitando o Estado de Direito e cumprindo com os próprios mecanismos democráticos de decisão, podem decidir o tipo de operadora que preferem: pública, privada, comunitária ou qualquer combinação entre eles.

Além da natureza da operadora escolhida, os governos mantêm a responsabilidade final de garantir que toda a população tenha acesso a esses serviços. Na América Latina, mais de 70 milhões de pessoas de comunidades rurais e periurbanas tentam resolver o problema da falta de serviços de água e saneamento por meio da gestão comunitária (cooperativas, comissões ou outras modalidades).

Nesse contexto, a Avina propõe que as sociedades e seus governos reconheçam legalmente as iniciativas comunitárias de água e que elas sejam consideradas como sócias fundamentais na efetivação do acesso universal aos serviços de água e saneamento, especialmente frente à responsabilidade postergada dos governos.

Os governos deverão intervir para que as entidades que se organizem para a prestação do serviço garantam a participação cidadã, o controle social e a transparência na gestão dos recursos e outros aspectos da operação. Assim, elas contribuirão para evitar crises de governabilidade, reduzirão os problemas de segurança alimentar, contribuindo para a redução da pobreza e protegendo ecossistemas estratégicos para o ciclo hidrológico de maneira sustentável.

  • Promover processos de incidência com uma variedade maior de atores para ampliar soluções de acesso à água e saneamento promovidas por organizações comunitárias e cidadãs que efetivam o direito humano à água e saneamento de forma sustentável e ajudam a posicionar a água como bem público.
  • Contribuir para melhorar a eficiência e eficácia dos serviços de água e saneamento prestados às comunidades e aumentar a participação cidadã na gestão da água por meio do acesso e uso de inovações sociais e tecnológicas.

Com base nas lições aprendidas nos últimos anos na América Latina, estamos planejando ações em pelo menos dois países do continente africano.

Nossas parcerias

CARE International

Elaboração, difusão e aplicação dos 10 módulos do Programa Unificado de Fortalecimento de Capacidades para promover o fortalecimento e participação de organizações comunitárias de serviços de água e saneamento na região da América Latina e do Caribe.

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Coca-Cola South Latin

Trabalho conjunto na Argentina, Chile e Peru no âmbito da Iniciativa + ÁGUA, um programa que tem como objetivo proporcionar o acesso à água segura e proteger as fontes de água, contribuindo para a conservação dos recursos hídricos e ambientais das bacias

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Confederação Latino-Americana de Organizações Comunitárias de Serviços de Água e Saneamento (CLOCSAS)

Promoção da associatividade local e continental das OCSAS, fortalecimento das capacidades dos gestores comunitários e reconhecimento da importante contribuição da gestão comunitária da água para o desenvolvimento dos países da América Latina e do Caribe. Entre as ações conjuntas, destaca-se a realização de 5 encontros latino-americanos de gestão comunitária da água.

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SC Johnson

Trabalho conjunto na Argentina, desde 2013, em um programa que visa facilitar o acesso à água segura para diferentes comunidades vulneráveis do país, como direito humano fundamental para a vida, a saúde e a higiene das pessoas.

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Embaixada Suíça, Agência Suíça para o Desenvolvimento e Cooperação (COSUDE) e Programas Globais, Peru

Promoção de políticas públicas para água e saneamento rural, sistemas de informação, registros nacionais e modalidades de gestão de organizações comunitárias. Intercâmbios na América Latina

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WASH Advocates

Apresentação de um concurso de projetos de incidência em políticas públicas de alcance mundial.

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Xylem Inc

Investe juntamente com a Avina desde 2013, para que o parceiro local do nordeste brasileiro, a Articulação Semiárido Brasileiro (ASA), possa levar água potável às escolas onde mais de 6.230 crianças estudam, através de 53 novas cisternas construídas nesses dois anos. Dessa forma, as crianças podem ter um ano letivo sem as interrupções causadas pelas longas secas que afetam a região.

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Em 2015, a contribuição da Avina Americas para o acesso à água ajudou a melhorar e ampliar o acesso à água em comunidades rurais. A comunidade Enxet do Chaco paraguaio agora conta com duas cisternas para armazenamento de água da chuva para as épocas de seca. Milhares de pessoas que vivem na região do Semiárido brasileiro têm acesso à água segura, e um projeto parecido foi iniciado em 2015 para melhorar o acesso à água nas comunidades de Tapajós-Arapiuns e Santarém. Além disso, graças ao projeto da região do Semiárido, o governo brasileiro contribuiu com 27 milhões de dólares para ampliar a iniciativa e beneficiar escolas públicas do Semiárido com 5 mil cisternas. Treinamentos em gestão da água também foram oferecidos como forma de empoderar as comunidades locais, confirmando a importância e o papel da educação na gestão adequada dos recursos naturais.

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