A inclusão e a resiliência constroem Cidades Sustentáveis.

2007

Início dos primeiros movimentos por Cidades Justas Democráticas e Sustentáveis, que buscam fortalecer a participação cidadã, a incidência em políticas públicas e a prestação de contas dos governos locais.

2012

Mais de 60 cidades de 10 países da América Latina formam a Rede Latino-americana por Cidades Justas Democráticas e Sustentáveis.

35 cidades da América Latina contam com o Plano de Metas, uma política pública de prestação de contas.

2013

Incentivo ao uso de tecnologias cívicas que conseguem pela primeira vez mapear participativamente as favelas de Buenos Aires.  Desenvolvimento da plataforma Caminhos da Favela (em castelhano: Caminos de la Villa) no âmbito da parceria ALTEC.

2014

Primeiras intervenções no Espaço Público em Medellín e Lima.

Início da parceria com a UN-Hábitat e lançamento do livro “Construção de Cidades Mais Justas” (“Construcción de Ciudades Más Equitativas”) com o apoio da parceria UN-Hábitat, CAF e Avina.

2015

Incidência nas primeiras políticas públicas que favorecem a criação de espaços públicos no Peru.

A Avina participa do desenvolvimento da Nova Agenda Urbana.

2016

Implementação de um novo aplicativo cívico que permite mapear os principais espaços públicos do bairro e seus usos, útil para o planejamento de políticas públicas. Em parceria com a Avina, BID, ACIJ, WINGU e Techo.

2017

Lançamento da Iniciativa Regional de Cidades Resilientes (IRCR) em parceria com o BID-Lab e 100RC.

Criação de parcerias locais para a implementação da IRCR nas cidades de Quito, México, Salvador da Bahia e Buenos Aires.

O setor privado participa da elaboração das estratégias locais de resiliência.

Sistematização e geração de conhecimento a partir das experiências em espaços públicos. Publicação de três documentos de gestão de conhecimentos vinculados a espaços públicos juntamente com parceiros locais.

2018

A estratégia de Espaço Público gera impacto em oito países da região.

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