DEMOCRACIAS
O QUE FAZEMOS?
Vamos levar a democracia a um lugar onde as pessoas a apropriem, a protejam e tenham capacidade de incidir!
Cada sociedade é responsável por sua própria democracia e, embora existam diferentes modelos inspirados em ideias e princípios semelhantes, nenhuma democracia é igual à outra. Ela deve refletir a forma como cada sociedade decide conviver, gerir seus conflitos, administrar o que é público e se governar. Deve resolver problemas do cotidiano das pessoas, para que elas mesmas a cuidem e a fortaleçam.
O programa Democracias da Fundación Avina impulsiona processos para que todas as pessoas — e, particularmente, aquelas que fazem parte de grupos tradicionalmente excluídos ou marginalizados — possam participar da construção da democracia que querem e precisam hoje. Diante das transições que vivemos e dos desafios que enfrentamos, buscamos promover modelos democráticos que reduzam assimetrias de poder e, assim, construir democracias mais inclusivas e resilientes.
LINHAS DE AÇÃO
No programa Democracias trabalhamos a partir de duas linhas principais:
INICIATIVAS
ONDE TRABALHAMOS?
O programa Democracias impulsiona processos colaborativos em diversos países da América Latina, promovendo participação cidadã e fortalecimento democrático.
Surge: México.
Democracias en Paz: Colômbia.
Reverso: Argentina.
ConversAcciones: Colômbia.
VAC: Brasil, Bolívia e Paraguai.
Indela: regional, com foco no Panamá em sua segunda fase.
Pulsante: regional.









Conectar democracia ao cotidiano, criar condições para participação efetiva, envolver o setor privado e lidar com impactos da digitalidade.
Promover novas lideranças capazes de propor futuros possíveis, abrir convergências e fomentar participação e transparência.
Construir agendas comuns do Sul Global em temas transfronteiriços: transição energética, crime organizado, proteção de biomas, governança da IA.
Promover instituições e governança centradas em vozes sub-representadas; fortalecer redes e organizações diante de insegurança ambiental, autoritarismo e desinformação.
Criar condições para fortalecer participação cidadã e enfrentar ameaças digitais à democracia.
Fortalecer a resposta regional mediante articulação entre sociedade civil, governos e atores estratégicos, com enfoque de direitos humanos, gênero e justiça social.

