Acelerar a ação climática
de maneira inclusiva.

O processo colaborativo inclui governos federais, redes de governos subnacionais, redes multi-atores, universidades, organizações da sociedade civil e empresas.

Os países da América Latina são reconhecidos por sua liderança e inovação em ação climática e superam o cumprimento de suas Contribuições Determinadas em Nível Nacional (NDCs) em parceria com todos os setores da sociedade.

Compartilhamento de capacidades ampliadas sobre como implementar a ação climática e contribuir para as NDCs; planos de ação climática criados por todos os setores e níveis; governos subnacionais executam planos climáticos com financiamento; desenvolvimento de estratégias com visão de longo prazo de baixas emissões de carbono; soluções climáticas inovadoras implementadas e ampliadas; contribuição da ciência para políticas de adaptação efetivas; e informações qualificadas disponíveis para a tomada de decisões e controle social.

• No social a implementação da metodologia de cenários energéticos; concretização da abordagem regional para acelerar a ação climática (plataforma ActionLAC); e aplicação da metodologia para melhorar a eficiência energética em residências.
• Em inovação tecnológica foi desenvolvida a metodologia para calcular emissões (SEEG); ativação do sistema para identificar mudanças no uso do solo em escala nacional e com alta precisão (MAPBIOMAS); lançamento da startup de transporte marítimo zero emissões (Sail Cargo) e promoção da energia solar para o acesso à água.
• Em inovação financeira, foram firmados fideicomissos em nível municipal para o acesso ao financiamento climático (RAMCC).

Fortalecimento da governança climática global com atores não governamentais (Agenda de Ação Climática Lima-Paris); aprofundamento do diálogo entre os governos latino-americanos; sancionamento de leis de energias renováveis na Argentina, Chile e Uruguai; aumento dos planos locais de mudanças climáticas.

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