O exercício da cidadania digital
para o fortalecimento da democracia

Esse processo colaborativo convoca o setor social (organizações da sociedade civil, organizações sociais e de base comunitária, movimentos cidadãos, políticos
emergentes, academia, centros de pensamento, organismos internacionais e regionais, especialista em transparência, dados abertos, tecnologia e direitos
digitais); o setor privado (elites empresariais, empreendendores, empresas de tecnologia, fundos de investimento, empresas multinacionais e nacionais); o
setor público (governos federais e locais, instituições públicas, elites políticas e partidos políticos); meios de comunicação digitais, tradicionais e associações de meios de comunicação.

Em curto prazo, promover e fortalecer a organização coletiva, visível e legítima para a tomada de decisões em uma sociedade digitalizada. Promover novos
modelos de liderança e mobilização com capacidade de atuação em comunidades digitalizadas. Em médio prazo, criar condições para garantir o exercício livre, pleno e seguro da cidadania (tanto nos espaços off-line quando on-line), garantindo igualmente os direitos de todas as pessoas, com instituições públicas e privadas mais transparentes e uma sociedade civil capaz de incidir na elaboração de políticas públicas que promovam a construção de sociedades mais inclusivas, abertas e justas. Em longo prazo, gerar bens públicos de qualidade que tenham potencial para melhorar a qualidade de vida das pessoas.

• Fortalecer capacidades por meio de infraestruturas cívicas para a ação política e a mobilização dos cidadãos.
• Promoção da tecnologia cívica inclusiva em diferentes cenários cidadãos.
• Formação e consolidação de redes como espaços seguros e horizontais para compartilhar, aprender e colaborar a partir de uma perspectiva transversal que
entrelaça diferentes agendas.
• Utilizar a tecnologia, os dados e o jornalismo para garantir transparência nos setores público e privado.
• Consolidar redes de jornalistas como um elemento crucial para entender nossas sociedades democráticas atuais.

• Acelerar a mobilização dos cidadãos e a ação política combinando estratégias off-line e on-line.
• Aumentar a articulação de atores divergentes para acelerar a mudança social.
• Desenvolver novas habilidades para a incidência a partir dos espaços digitais.

Criação de diversas redes de trabalho que incidem em temas chave para fortalecer as democracia e ajudar a construir sociedades mais abertas, justas e igualitárias.
Capacitação de 64 equipes de campanha em diferentes países da região em temas específicos sobre ação política.
Além disso, duas redes de mulheres refletem e debatem sobre o avanço político das mulheres na região e duas redes de lideranças diferentes promovem práticas democráticas inovadoras.
Criaçaõ de uma rede regional com nove governos e mais de 350 organizações da sociedade civil.
Mais de cinco meios de comunicação da região trabalham com uma visão de longo prazo sobre como construir democracias abertas em um mundo digitalizado.

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